Este é mesmo só para a Carocas. Para ela ver um dia os disparates que estão na cabeça da mãe. Espero que me perdoes.
quarta-feira, junho 14, 2006
Casinha
os avós B. e R. ofereceram um presente meio dia da criança atrasado e meio aniversário (adiantado) uma casinha para o quintal da casa do paul. A Carocas adorou, não pode brincar muito porque ontem caiu uma carga de água ém Santarém, que impediu a brincadeira na rua. Mas, como está lá agora de férias com os avós cheira-me que vai haver muita piscina e brincadeira na piscina.
sexta-feira, junho 09, 2006
Só para a Carocas
Como vês há já muito tempo que não escrevia aqui. Não penses que foi por falta de vontade, mas só porque não podia. Cortaram os acessos e pelos vistos agora já posso.
Não penses que não fizeste evoluções, gracinhas, coisas memoráveis. Fizeste, sim. Muitas. Tantas que são impossíveis resumir num post.
Falas muito, falas tudo. Repetes tudo. Danças, cantas. Tens um corte de cabelo novo. Foste à cabeleireira pela primeira vez. Para espanto de todos, nem um ai. Foste linda sentada ao colo da mãe.
Não penses que não escrevi aqui por não me lembrar de ti. Lembro-me sempre tantas vezes, muitas.
Quase todas as horas de almoço falo de ti. As minhas colegas já devem estar chateadas do mesmo assunto. Mas percebem. As que são mãe e as que vão ser.
Por isso, a partir de agora vamos ver se consigo ser mais regular. Para ti e para nós. Para um dia lermos tudo isto juntas e tu gozares comigo.
Não penses que não fizeste evoluções, gracinhas, coisas memoráveis. Fizeste, sim. Muitas. Tantas que são impossíveis resumir num post.
Falas muito, falas tudo. Repetes tudo. Danças, cantas. Tens um corte de cabelo novo. Foste à cabeleireira pela primeira vez. Para espanto de todos, nem um ai. Foste linda sentada ao colo da mãe.
Não penses que não escrevi aqui por não me lembrar de ti. Lembro-me sempre tantas vezes, muitas.
Quase todas as horas de almoço falo de ti. As minhas colegas já devem estar chateadas do mesmo assunto. Mas percebem. As que são mãe e as que vão ser.
Por isso, a partir de agora vamos ver se consigo ser mais regular. Para ti e para nós. Para um dia lermos tudo isto juntas e tu gozares comigo.
sábado, março 18, 2006
quarta-feira, março 15, 2006
Correios
A minha mãe levou a Carocas aos Correios para a ajudar a enviar o IRS.
Enquanto esperava ouvia-se o som das senhas de atendimento. A carocas imitava: Biiip Biiip.
Toca o telefone: voz fininha da Carocas: táááá???
E distribuiu uns oiás por toda a gente que estava nos correios.
Enquanto esperava ouvia-se o som das senhas de atendimento. A carocas imitava: Biiip Biiip.
Toca o telefone: voz fininha da Carocas: táááá???
E distribuiu uns oiás por toda a gente que estava nos correios.
quinta-feira, março 09, 2006
Estás
Cada vez mais alta
Cada vez mais sabida
Dizes tudo, todas as palavras. Nem todas bem ditas
Mas todas soam muito bem.
As minhas preferidas:
pinxeja - Princesa
buchêcha - Bochecha
mim-môn - Biberon
pójão - para o chão
piduxa - Pitucha
e a(s) cereja(s) no cimo do bolo que me amolece o coração:
- Como é que a mãe chama a Carolina?
- ócas!!!
- Como é que a avó chama à Carolina?
- Piduxa!! (1 minuto depois): piduxa, bó!!!
e eu digo: Carocas do meu ....
...uaxão!!!! (coração, pois claro!)
Cada vez mais sabida
Dizes tudo, todas as palavras. Nem todas bem ditas
Mas todas soam muito bem.
As minhas preferidas:
pinxeja - Princesa
buchêcha - Bochecha
mim-môn - Biberon
pójão - para o chão
piduxa - Pitucha
e a(s) cereja(s) no cimo do bolo que me amolece o coração:
- Como é que a mãe chama a Carolina?
- ócas!!!
- Como é que a avó chama à Carolina?
- Piduxa!! (1 minuto depois): piduxa, bó!!!
e eu digo: Carocas do meu ....
...uaxão!!!! (coração, pois claro!)
Quando
faz algo que não deve e se ralha com ela, há sempre um momento em que olha de soslaio para nós. Depois perguntamos: e agora, carolina?
e ela:
páces!!! (cara esticada e boca pronta para dar beijinho) ou seja: fazemos as pazes!!!
e ela:
páces!!! (cara esticada e boca pronta para dar beijinho) ou seja: fazemos as pazes!!!
segunda-feira, fevereiro 27, 2006
o que eu te cantava:
Dorme meu menino a estrela d'alva
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer
sim, porque agora já não me deixas cantar para te embalar
Já a procurei e não a vi
Se ela não vier de madrugada
Outra que eu souber será p'ra ti
Outra que eu souber na noite escura
Sobre o teu sorriso de encantar
Ouvirás cantando nas alturas
Trovas e cantigas de embalar
Trovas e cantigas muito belas
Afina a garganta meu cantor
Quando a luz se apaga nas janelas
Perde a estrela d'alva o seu fulgor
Perde a estrela d'alva pequenina
Se outra não vier para a render
Dorme qu'inda a noite é uma menina
Deixa-a vir também adormecer
sim, porque agora já não me deixas cantar para te embalar
terça-feira, janeiro 31, 2006
Ela
Uma nova vida entrou assim na minha.
Esperei muito por ela. Ansiei por ela. E de repente entrou assim na minha vida. Parece que não avisou. E sim, avisou, fez-se anunciar durante 9 meses.
Apareceu junto de mim. Apareceu para mim. E eu sinto que só faz sentido existir para essa nova vida. Essa (minha) nova esperança no futuro. Esse (meu) novo caminho com tantas portas por abrir. Com tantos caminhos para descobrir. Sempre a aprender. Sempre a escutar. Sempre.
Não é a minha extensão. Não sinto que com ela deixo algo meu para a posteridade. Sinto que ela é única. Diferente de tudo e todos. Especial. Só ela pode ser ela. Só ela pode ser assim.
Só ela permitiu que o meu umbigo deixasse de ter importância.
Só com ela.
Só por ela.
Uma pessoa.
Um futuro.
Só para ela.
Só dela.
Só ela.
Só dela (sou dela).
Esperei muito por ela. Ansiei por ela. E de repente entrou assim na minha vida. Parece que não avisou. E sim, avisou, fez-se anunciar durante 9 meses.
Apareceu junto de mim. Apareceu para mim. E eu sinto que só faz sentido existir para essa nova vida. Essa (minha) nova esperança no futuro. Esse (meu) novo caminho com tantas portas por abrir. Com tantos caminhos para descobrir. Sempre a aprender. Sempre a escutar. Sempre.
Não é a minha extensão. Não sinto que com ela deixo algo meu para a posteridade. Sinto que ela é única. Diferente de tudo e todos. Especial. Só ela pode ser ela. Só ela pode ser assim.
Só ela permitiu que o meu umbigo deixasse de ter importância.
Só com ela.
Só por ela.
Uma pessoa.
Um futuro.
Só para ela.
Só dela.
Só ela.
Só dela (sou dela).
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Carocas e Cusca
Em tempos tivemos um cão que se chamava Cusca. O Cusca era um cão peculiar. Tinha a vida dele e quando se lembrava vinha a casa. Era um cão pequeno, rafeiro e cheio de personalidade. Tinha os seus compromissos matinais. Fomos descobrindo que tinha rituais matinais. Batia à porta de uma casa de uma senhora velhinha e todas as manhãs tinha um parto com bolachas. Ia depois ao café comer meia torrada, oferecida por uma cliente habitual. Terminava nas aparas do talho. Claro que isto era paralelo às suas refeições caseiras e petiscos fora de horas oferecidos pelos donos.Tudo isto se foi descobrindo gradualmente. Principalmente quando ele ia connosco aos sítios e tentava entrar. Aí informavam-nos que o cão era um cliente habitual, e terminavam ou começavam sempre com esta frase (ou outra idêntica) Ah mas o cão é vosso?
A minha filha tem também rituais (quase) nos mesmos sítios. Quando vai à rua passear com os avós também pede sempre as suas coisas . E também faz passar alguns embaraços. No café (o mesmo da meia torrada do cão) mal entra pede logo: batata!!! Porque ainda se está a servir almoços e alguém está a comer batatas fritas (uma paixão). A avó vai comprar pão a uma outra pastelaria, mal entra: mam mam (que é como quem diz: pão). Resultado: leva sempre uma bola à borla oferecida pela empregada brasileira. Finalmente vai ter com a Tia-Avó e mal a vê: xiiiii xiiiii (bolachinha) crava mais umas bolachas à tia.
Rituais idênticos.
A minha filha tem também rituais (quase) nos mesmos sítios. Quando vai à rua passear com os avós também pede sempre as suas coisas . E também faz passar alguns embaraços. No café (o mesmo da meia torrada do cão) mal entra pede logo: batata!!! Porque ainda se está a servir almoços e alguém está a comer batatas fritas (uma paixão). A avó vai comprar pão a uma outra pastelaria, mal entra: mam mam (que é como quem diz: pão). Resultado: leva sempre uma bola à borla oferecida pela empregada brasileira. Finalmente vai ter com a Tia-Avó e mal a vê: xiiiii xiiiii (bolachinha) crava mais umas bolachas à tia.
Rituais idênticos.
sexta-feira, dezembro 30, 2005
Ora bem
O ano que vem faço dois anos. Este que passou aprendi a emitir uns sons muito diferentes daqueles que sabia fazer. E descobri que me consigo mexer de um lado para o outro, em pé, como as pessoas. Primeiro só conseguia andar com a ajuda dos grandes. Depois, aprendi a largar a mão deles. O chão nem sempre era certo, caí algumas vezes. E para me levantar custava um pouco devia ser por causa do peso das fraldas. A propósito, em casa da minha avó está lá já uma coisa que me disseram que serve para o mesmo que as fraldas - espero que não me ponham o tal penico ou bacio...aquilo para andar e correr deve ser bem mais difícil que as ditas fraldas.
Aprendi a comer coisas diferentes. Aprendi tantas palavras. Aprendi músicas. Aprendi que para além das pessoas existem cães. E que são diferentes das pessoas, por isso merecem outro tipo de tratamento, como ralhar, chamar e dar festinhas.
Aprendi que o meu beicinho e choro movem montanhas. Aprendi que algumas coisas só alguns dos grandes deixam fazer. Aprendi também que existem xuxas para além da minha. O que não é justo.
Este ano que entra não sei o que vou aprender mais. Mas a minha mãe diz muitas vezes que isto é só o início. Conto aprender uma coisa: chegar mais facilmente aos interruptores e aprender definitivamente a descalçar e despir a tralha toda que me obrigam a vestir.
Esta passagem de ano não vou comer passas, nem beber champagne. Para o ano talvez consiga.
A todos que costumam vir até a este sítio um bom ano. E para os outros também.
CAROCAS
Aprendi a comer coisas diferentes. Aprendi tantas palavras. Aprendi músicas. Aprendi que para além das pessoas existem cães. E que são diferentes das pessoas, por isso merecem outro tipo de tratamento, como ralhar, chamar e dar festinhas.
Aprendi que o meu beicinho e choro movem montanhas. Aprendi que algumas coisas só alguns dos grandes deixam fazer. Aprendi também que existem xuxas para além da minha. O que não é justo.
Este ano que entra não sei o que vou aprender mais. Mas a minha mãe diz muitas vezes que isto é só o início. Conto aprender uma coisa: chegar mais facilmente aos interruptores e aprender definitivamente a descalçar e despir a tralha toda que me obrigam a vestir.
Esta passagem de ano não vou comer passas, nem beber champagne. Para o ano talvez consiga.
A todos que costumam vir até a este sítio um bom ano. E para os outros também.
CAROCAS
quarta-feira, dezembro 28, 2005
Tricotadeira
A avó B. resolveu pôr mãos ao trabalho e neste natal fez muitos cachecois, pregadeiras e afins. Andou de lã e agulha na mão. Ontem quando fui buscar a minha Carocas, estava a menina com a lã passada atrás do pescoço e novelo na mão. Só faltavam as agulhas. Prendada como a avó e tia. Não sai nada à mãe. Ainda bem.
terça-feira, dezembro 27, 2005
Oh Oh Oh
Faz o pai natal. Oh oh oh fez a Carocas na noite de 24 de Dezembro.
Ainda não percebeu muito bem o que se passou, mas fez uma noitada...Certo que à uma da manhã eu estava a ver que lhe dava uma coisa. Mas não.
Resultado do Natal: a Tia- Avó (designação que a tia-avó abomina) tem um frigorífico magnífico cheio de imans. Como bem disse a Tia Avó, foi a primeira lição de física aprendida. Depois, nada melhor que uns copos e chávenas de plástico com colher. Bebeu cafézinhos ao colo da mãe. E também são muitos bons os pópós do primo H.. Pena é que o primo H seja um trintão, e os carros dele, de colecção. Uma noite de natal cheia de Carolina. A única bébé deste lado da família. Só olhos para ela.
Dia de Natal:
Mãe e pai dão os presentes que tinham para ela. Ah tudo bem, são giros e tal, mas anda cá Gaspar....
Almoço de Natal: não quero saber de mais presentes, se isto está cheio de primos pequeninos....e se se pode andar atrás deles aos pinotes....para quê presentes?
Lanche de Natal:
Família à espera da Carocas, mais uma vez a única bébé (a anterior já não acredita no Pai Natal, é uma pré-teen com 12 anos)....ADOROU o cavalinho dado pelos Bisavós. Mas melhor ainda continua a ser o cão que lá estava, muito parecido com o Gaspar.
Dia 26 em casa:
Não sabia para que lado se virar: ora era o nenuco do banho (sim, ela sabe dar duche ao bêbê), ora ia à cozinha, ora brincava com a mesa de actividades, ora com o elefante, ora com o cavalo....enfim, uma overdose de estímulos que a deixam fora dela.
Resumo das palavras:
Páte-se (parte-se)
Abe (abre)
Anda (anda)
peia peia (espera)
nuco (nenuco)
exe (fecha)
e quase todas as últimas palavras com que se termina uma frase. Exemplo: o pai a tentar a adormecer a Carocas, e já cansado das palhaçadas: "Faz oh-oh Carolina, imediatamente!" Memente! Diz a menina.
Ainda não percebeu muito bem o que se passou, mas fez uma noitada...Certo que à uma da manhã eu estava a ver que lhe dava uma coisa. Mas não.
Resultado do Natal: a Tia- Avó (designação que a tia-avó abomina) tem um frigorífico magnífico cheio de imans. Como bem disse a Tia Avó, foi a primeira lição de física aprendida. Depois, nada melhor que uns copos e chávenas de plástico com colher. Bebeu cafézinhos ao colo da mãe. E também são muitos bons os pópós do primo H.. Pena é que o primo H seja um trintão, e os carros dele, de colecção. Uma noite de natal cheia de Carolina. A única bébé deste lado da família. Só olhos para ela.
Dia de Natal:
Mãe e pai dão os presentes que tinham para ela. Ah tudo bem, são giros e tal, mas anda cá Gaspar....
Almoço de Natal: não quero saber de mais presentes, se isto está cheio de primos pequeninos....e se se pode andar atrás deles aos pinotes....para quê presentes?
Lanche de Natal:
Família à espera da Carocas, mais uma vez a única bébé (a anterior já não acredita no Pai Natal, é uma pré-teen com 12 anos)....ADOROU o cavalinho dado pelos Bisavós. Mas melhor ainda continua a ser o cão que lá estava, muito parecido com o Gaspar.
Dia 26 em casa:
Não sabia para que lado se virar: ora era o nenuco do banho (sim, ela sabe dar duche ao bêbê), ora ia à cozinha, ora brincava com a mesa de actividades, ora com o elefante, ora com o cavalo....enfim, uma overdose de estímulos que a deixam fora dela.
Resumo das palavras:
Páte-se (parte-se)
Abe (abre)
Anda (anda)
peia peia (espera)
nuco (nenuco)
exe (fecha)
e quase todas as últimas palavras com que se termina uma frase. Exemplo: o pai a tentar a adormecer a Carocas, e já cansado das palhaçadas: "Faz oh-oh Carolina, imediatamente!" Memente! Diz a menina.
terça-feira, dezembro 06, 2005
A seguir
ao jantar peço ao pai: Ó L. vai buscar o secador, por favor. Ar da Carocas: aun-aun, dedo a dizer que não, cabeça a fazer o mesmo, beicinho e um berro quase quase a sair. Gosta de me ver secar o cabelo, a ela é que não....Mas está com o cabelo tão grande que tem mesmo que ser.
É certo e sabido que a seguir ao jantar há fita para secar o cabelo. E ainda me dizem: Mas porque é que vais cortar os caracois à menina????
É certo e sabido que a seguir ao jantar há fita para secar o cabelo. E ainda me dizem: Mas porque é que vais cortar os caracois à menina????
A Carocas
adora um naperon que a minha sogra tem na mesa de apoio da sala de jantar. No Domingo brincou a tarde (quase) toda com ele: ora tenta vestir como se fosse uma camisola; ora põe em cima da mesa ou sofá, encosta a cabeça e diz ó-ó; ou anda a limpar tudo o que vê, ou ainda, anda com ele apenas e só de um lado para o outro. Ninguém o tira.
Prenda de natal: uma caixa cheia de panos, paninhos e afins.
Prenda de natal: uma caixa cheia de panos, paninhos e afins.
sexta-feira, dezembro 02, 2005
A árvore
de natal foi feita ontem lá em casa. A Carocas cada vez que vê um Pai Natal faz oh oh oh...
Eu lá estive a fazer a árvore e lá lhe disse que era a árvore de natal. Ela: "Oh oh oh".
Enquanto se punha as luzes (isshhh) e os respectivos penduricalhos na árvore, passou o tempo neste trajecto: do sofá para a porta da sala, da porta da sala para o sofá. Quando chegava à porta escondia-se, aparecia depois a fazer Oh oh oh...300 vezes....
Eu lá estive a fazer a árvore e lá lhe disse que era a árvore de natal. Ela: "Oh oh oh".
Enquanto se punha as luzes (isshhh) e os respectivos penduricalhos na árvore, passou o tempo neste trajecto: do sofá para a porta da sala, da porta da sala para o sofá. Quando chegava à porta escondia-se, aparecia depois a fazer Oh oh oh...300 vezes....
Feríado
passado em casa. Muita brincadeira. De manhã, a mãe foi às compras (estou muito contente com algumas compras de Natal para os sobrinhos e primos). Ora como estava a dizer, fui às compras e deixei a Carocas a dormir com o pai. Quando chego a Carocas já tinha almoçado. Parece que se portou mal. O pai estava na cozinha e viu a menina a sair para o corredor. Tudo bem, foi ali e já vem. Como a menina não aparecia e ouviu a caldeira disparar, resolveu ir investigar. Como já vos expliquei, a menina tem uma adoração pelo bidé (onde o cão bebe água) e claro, abriu a torneira com toda a força e pujança. E claro, a casa de banho ficou um bocadinho tipo lago dos cisnes. Quando cheguei já estava tudo resolvido, felizmente.
NB: porta da casa de banho SEMPRE fechada porque das duas uma: o vai beber água no bidé como o Páx (Gaspar) ou vai tudo para a banheira....
NB: porta da casa de banho SEMPRE fechada porque das duas uma: o vai beber água no bidé como o Páx (Gaspar) ou vai tudo para a banheira....
As vacinas
correram muito bem.
Parece que a Carocas foi apanhada desprevenida na primeira picadela. Na segunda já não houve hipóteses de grandes coisas que ela não deixa. Teve que ser mesmo agarrada à força. A enfermeira perguntou no fim: quem é a má, quem é? Resposta pronta da Carocas: dedo indicador a apontar para a dita enfermeira. Ainda lhe deram um livro para colorir, coisa que ela rejeitou ontem: dedo no ar a dizer que não e ãumm a sair da boca. Devem ser más recordações, pois claro! Soluços e choro à parte até correu bem.
Parece que a Carocas foi apanhada desprevenida na primeira picadela. Na segunda já não houve hipóteses de grandes coisas que ela não deixa. Teve que ser mesmo agarrada à força. A enfermeira perguntou no fim: quem é a má, quem é? Resposta pronta da Carocas: dedo indicador a apontar para a dita enfermeira. Ainda lhe deram um livro para colorir, coisa que ela rejeitou ontem: dedo no ar a dizer que não e ãumm a sair da boca. Devem ser más recordações, pois claro! Soluços e choro à parte até correu bem.
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